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Doe sangue e salve vidas

CASSI | Sede Social

29 de junho de 2020

A necessidade de isolamento social devido à pandemia trouxe o receio da população em manter as doações voluntárias de sangue, o que fez com que os estoques caíssem significativamente, segundo apontou a Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH). Essa deficiência impacta diretamente os pacientes que precisam passar por procedimentos que dependem das transfusões de sangue.

Atenta à demanda que pode salvar vidas, a Cassi divulgou hoje orientações para quem quiser doar sangue.

Segundo dados do Ministério da Saúde, somente 2% da população brasileira doa sangue. A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que o país tenha entre 3 e 5% de doadores para atingir um estoque seguro.

Os bancos de sangue já adotaram medidas de higienização e cuidados para evitar a contaminação pelo coronavírus e estão prontos para receber os doadores. Para tanto, é importante entrar em contato com o local, para agendar o horário e evitar aglomeração de pessoas.

REQUISITOS PARA A DOAÇÃO:

  • Estar em boas condições de saúde;
  • Ter entre 16 e 69 anos de idade. Menores de 18 anos devem estar acompanhados dos pais ou representante legal;
  • Pesar mais de 50kg;
  • Apresentar documento de identificação oficial com foto (original ou cópia autenticada em cartório), em bom estado de conservação e dentro do prazo de validade;
  • Dormir pelo menos seis horas, com qualidade, na noite anterior à doação;
  • Não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas anteriores à doação;
  • Não fumar duas horas antes da doação.

FIQUE ATENTO!
Existe um intervalo entre as doações que deve ser respeitado:

Mulheres: período de 90 dias. Máximo de três doações nos últimos 12 meses.

Homens: período de 60 dias. Máximo de quatro doações nos últimos 12 meses.

A AAFBB recomenda o site da Cassi como principal fonte para seus associados recorrerem às orientações e informações referentes à saúde durante a pandemia do coronavírus, seguindo assim os direcionamentos provenientes do Ministério da Saúde e Organização Mundial da Saúde.

Fonte: Cassi

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