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Quebra do preconceito é o principal aliado ao diagnóstico precoce

AAFBB NA ATIVA | Sede Social

5 de novembro de 2018

A falta de conhecimento e o machismo são as principais barreiras para um diagnóstico precoce do câncer de próstata. E, neste mês de conscientização, é importante destacar que os dados são alarmantes.

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, correspondendo a 68 mil novos casos entre 2018 e 2019, perdendo apenas para o câncer de pele não melanoma, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer – INCA.

Na fase inicial, o câncer de próstata não apresenta sintomas e quando alguns sinais começam a aparecer, cerca de 95% dos tumores já estão em fase avançada, dificultando a cura. Na fase avançada, os sintomas são:

  • Dor óssea;
  • Dores ao urinar;
  • Vontade de urinar com frequência;
  • Presença de sangue na urina e/ou no sêmen.

A partir dos 50 anos, os homens devem se consultar anualmente com um urologista. Mas aqueles que têm casos de câncer de próstata em parentes próximos (pai, irmãos ou tios) precisam procurar atendimento com um especialista aos 45 anos, porque fazem parte do grupo de risco, assim como os negros, que, segundo estudos, são mais propensos a desenvolver esse tipo de câncer mais cedo.

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